O telefone tocou qdo fui atender ouvi o seguinte:

-         “Te quero, não estou agüentando de saudades, fecho os olhos e vejo teu corpo colado ao meu, respiro e sinto teu cheiro, sinto teu gosto na minha boca, preciso te ver, te amar”

Nessa altura do campeonato eu já estava derretida, parecendo uma gelatina molinha, molinha. Mas tentei ser durona e firme, sem muito sucesso diga-se de passagem:

-         Tb sinto tudo isso, mas não da certo, se nos encontrarmos iremos nos ferir ainda mais.

-         Eu te amo...

-         Isso é jogo sujo...

 

Ai meu Deus, a carne é fraca, as idéias perdem o foco, os motivos perdem o sentido e ainda por cima louca de vontade de sentir aquela mão, a boca na minha, a língua passeando pelo meu corpo me incendiando...

Porém o sofrer, sentir as dores da tua ausência, sentir q a minha vida não mais me pertence, é um peso grande e isso eu não quero mais. 

Quero poder gritar, viver, amar e gozar sem medos, sem restrições. E vc ainda quer uma despedida? Eu já me despedi, já me despi de todos os sentimentos q me fizeram mal um dia, mas ainda amo, ainda quero, ainda desejo, mas me amo muito mais e o amor q vc tem para mim não é o q eu quero.

Ano novo, vida nova, amor novo, desejos novos.

:: Postado por Clau às 07h50 PM
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Sexo

Por Aline Aleixo - Revista VIP

O mundo seria um lugar melhor se os homens só adquirissem o direito de ter pau depois de aprender todas as possibilidades eróticas da língua e dos dedos. Antes de mais nada: essa não é uma crítica ao falo. De forma alguma. Ele é útil, a gente usa e gosta. Bastante. É realmente envaidecedor vê-lo reagindo aos nossos estímulos e se transformando de tímido e assustado em suntuoso e implacável.
Aliás, só uma coisa dá mais tesão numa mulher do que causar tesão: ser excitada. E aqui entram a língua e os dedos. Literalmente. Esqueça o magnânimo priapo por uns instantes. Acredite se quiser, mas não somos uma seqüência de buracos dispostos ao seu bel-prazer (eles também servem ao nosso). E é exatamente assim, bonecas infláveis, que nos sentimos quando não somos devidamente investigadas, quando tratadas feito pizza fria: comida às pressas.
Temos pele, cabelos, pernas, braços, virilha, uma série infindável de territórios pouquíssimo explorados pela maioria dos machos e, vou te contar, é uma delícia sentir a mão de um homem passando por nossas coxas infindável ultrapassando a barreira do elástico do sutiã, puxando de leve o cabelo perto do pescoço. Os dedos percorrendo a pele fininha do nosso seio, a língua tocando a orelha - mais do que o carinho em si, esses gestos traduzem a dedicação, o envolvimento com nosso corpo. E é aí que nos sentimos vistas, exploradas, únicas. E então nos invade a vontade controlável de virarmos a mais competente das devassas, utilizarmos sabiamente sua ereção e fazê-los (e a nós também, claro) gozar feito loucos. O melhor círculo vicioso do universo.
Depois de vislumbrar a miríade de possibilidades que o encontro de dois corpos (inteiros) nos reserva, beira o impossível compreender qual o raciocínio tortuoso que leva um homem a resumir o sexo ao bate-estaca. Não tiro o mérito da penetração porque, serei justa, é um momento crucial na transa. Se sexo fosse cardápio, meu pedido seria o combo número 1: língua + dedos + falo. A ausência de qualquer um dos itens causa a mesma sensação de ir ao Mc Donald's e não pedir refrigerante e batata frita: parece que nem estivemos lá. Ser penetrada é crucial, gostoso, íntimo, invasor, impactante. Mas, se isso fosse suficiente pra satisfazer as mulheres, vocês teriam, há milênios, sido substituídos pelos pepinos.
MULHER QUE SE VIRE: Eles estão pouco se importando com o orgasmo feminino. Se somos assim tão independentes, a gente que se resolva? Se gostamos tanto de dedo e língua, por que não viramos lésbicas? Ora, ora, que imaturo dizer essas besteiras. Amigo, se você transa com a única intenção de botar pra dentro, sugiro que desista dessa coisa chata, repetitiva e reclamona chamada mulher e entregue-se sem culpa ao reino vegetal: bananeiras e mamão morno são ótimas opções: macios, molhadinhos, não conversam depois de transar, não pedem pra ficar abraçados, nem questionam seus sentimentos por eles. Fácil e econômico. A verdade é uma só: homem que não curte preliminares não gosta de mulher, gosta de buraco. Sendo assim, que tal um tórrido momento a dois com uma estonteante mesa de sinuca?

:: Postado por Clau às 08h55 PM
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Nossa, como estou sentindo falta de alguém...como diria uma amiga, chega a doer, uma dor física.

Aprendemos muitas coisas nessa vida, mas ainda temos receio de dizer, de externar os sentimentos, é difícil para nós dizer q gostamos uns dos outros, e se o amor é fraterno então, complica, as pessoas não entendem. Sempre acham q há uma conotação sexual, mas tb,qdo desejamos alguém, temos medo de mostrar, de falar. Pois nunca sabemos como será a reação dessa pessoa, nossa, vivemos preocupados demais como o q os outros vão pensar ou achar.

Por isso eu digo, falo, morrendo de medo, mas digo, não em público, porém digo. Talvez aí esteja o meu problema, sou uma pessoa muito espontânea, muito direta, e isso assusta, eu me assusto às vezes, costumo dizer q sou sutil feito pata de elefante. Porém é muito melhor vc ser direta, fica mais fácil, não temos de nos preocupar em usarmos máscaras. O outro sabe exatamente quem vc é, e como lidar contigo, sem deixar de ter um certo mistério afinal isso é fundamental, porém sem jogo, sem subterfúgios. Qdo entra o jogo, tudo fica artificial e não funciona bem, gosto da claridade, da luz, da pureza, da alegria e da simplicidade da vida.

:: Postado por Clau às 11h37 PM
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Das "lendas" da faculdade. 
 
Na véspera de uma prova, 4 alunos resolveram chutar o balde: iriam viajar. Faltaram a 
prova e então resolveram dar jeitinho". Voltaram a USJT na terça, sendo que a 
prova havia ocorrido na segunda. 
 
Então,dirigiram-se ao professor: 
Professor, fomos viajar, o pneu furou, não conseguimos 
consertá-lo, tivemos mil problemas, e por conta disso 
tudo, nos atrasamos,mas gostaríamos de fazer a prova. 
O professor,sempre compreensivo: 
- Claro,vocês podem fazer a prova hoje a tarde, após o 
almoço. E assim foi feito. Os rapazes correram para 
casa e racharam de tanto estudar, na medida do possível. 
 
Na hora da prova, o professor colocou cada aluno em 
uma sala diferente e entregou a prova: Primeira 
pergunta, valendo 1 ponto: 
Escreva algo sobre 'Lei de Ohm'. Os quatro ficaram 
contentes pois haviam visto algo sobre o assunto. 
Pensaram que a prova seria muito fácil e que haviam conseguido se "dar bem". 
 
Segunda e última pergunta, valendo 9 pontos: "Qual pneu furou?" 

Uma "história" levinha para inicio de semana e uma homenagem aos meus amigos 'fessores'. Bjs queridos.

:: Postado por Clau às 02h44 PM
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